Três perguntas para Talita Marins Costa

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por Redação (jp@jornaldopovo.com.br)

28 anos, assistente social e ciclista

Por que você vai de bicicleta para o trabalho?
Desde a infância eu sempre gostei de bicicletas. No ano passado fui convidada para participar do Cicloativado e, ao ingressar neste grupo, passei a usar mais a bicicleta. Uso o carro pela manhã, pois o intervalo para o almoço é curto. Com o carro consigo economizar tempo para chegar em casa e voltar ao trabalho. Mas à tarde sempre vou de bicicleta, a não ser que esteja chovendo ou eu tenha de levar algo que não consiga carregar na cestinha“.

Você mora perto do trabalho?
Eu moro no Bairro Soares, perto do CTG Tropeiros. São exatos três quilômetros de casa até o meu trabalho, na Secretaria de Trabalho e Ação Social. Pedalando sem pressa levo entre 10 e 15 minutos para chegar. Para retornar para casa levo 20 minutos, pois o trajeto de volta possui algumas subidas. Eu gosto e acho que mais pessoas deveriam adotar a bicicleta como meio de transporte“.

O que o ciclismo lhe proporciona?
Uma interação com a cidade. Quando estou de bicicleta eu tenho outra visão da cidade. Consigo admirar detalhes dos prédios e ver as pessoas na rua. Quando eu estou de carro, tudo passa mais rápido. Além disso, a bicicleta proporciona a sustentabilidade. Pedalar faz bem para a saúde, não polui e torna o trânsito mais humano. Temos hoje muitas pessoas usando a bicicleta na cidade, mas isso a gente percebe apenas quando está pedalando. Por isso acredito que este meio de transporte deveria ser incentivado, talvez até com uma ciclovia em Cachoeira“.

Publicado em: Jornal do Povo, coluna 5 minutos, 22/04/2013

Bicicleta será tema de disciplina na Federal de Pernambuco

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Além da engenharia, a disciplina abordará  história, políticas públicas e cultura Foto: Fernando Dall’Acqua

Como funciona uma bicicleta? Descobrir isso será a tarefa do dia para os estudantes de engenharia mecânica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Mas não é somente a anatomia da “magrela” que será evidenciada na disciplina “Estudos da Bicicleta”, incorporada na grade a partir do próximo semestre da graduação.

O idealizador da matéria, o professor Fábio Magnani, afirmou que pretende trabalhar, além da engenharia do veículo, políticas públicas, cultura e história das bicicletas. Segundo ele, há três anos a universidade já trabalha conteúdos sociais, como a relação de trabalho dos motoboys e os riscos da profissão.

Precisamos de uma infraestrutura de ciclofaixas, campanhas para o aumento da segurança no trânsito, produção cultural que valorize a identidade do ciclista”
Fábio Magnani, idealizador da disciplina

A nova disciplina, com duração de seis meses, será dividida em três módulos: História e Tecnologia; Ciências do Ciclismo; e Cultura, Trânsito, Mercado e Política. Além dos alunos de engenharia mecânica, a matéria é aberta para estudantes de outros cursos de graduação.

Concepção

Para Magnani, a maior contribuição que o estudo das bicicletas pode trazer não é tecnológica, mas auxiliar em uma mudança de concepção de como o veículo e os ciclistas são vistos na sociedade.

O que é necessário mesmo para uma revolução no uso das bicicletas está muito além da tecnologia. Precisamos de uma infraestrutura de ciclofaixas, campanhas para o aumento da segurança no trânsito, produção cultural que valorize a identidade do ciclista e uma organização política eficaz para a luta pelos direitos dos ciclistas“, ressaltou ele, em entrevista ao Uol.

A bicicleta é um dos veículos autorizados a circular sobre as vias urbanas e rurais pelo Código de Trânsito Brasileiro. A legislação federal diz que os ciclistas têm preferência sobre os veículos automotores e estipula dois tipos de multas diferentes para os motoristas que não respeitam a bicicleta: deixar de guardar a distância lateral de 1,5 m ao passar ou ultrapassar bicicleta (infração média) e deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito ao ultrapassar ciclista (infração grave).

Essa mesma lei diz que é dever dos órgãos do poder Executivo, incluindo os estaduais, planejar e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas.

Fonte: EcoD

Bicicletada Morcego: Uma aventura silenciosa em duas rodas

“Na primeira terça-feira de cada mês, quase meia-noite, a Praça da Matriz fica tomada por bicicletas e suas luzes piscantes. As pessoas falam baixo, a pedalada é macia e confortável. Desbravar as ruas de Cachoeira sem os carros é uma aventura silenciosa e emocionante. Perfeito para renovar o prazer de andar de bicicleta na cidade, recomendo.”
Rodrigo Sanmartin Carlos, cicloativista e voluntário do coletivo comunitário de bicicletas de Cachoeira do Sul (cicloativado)

 

Bicicletada Morcego – Pedalada da Meia-Noite
Terça-Feira, 03 de Julho de 2012
23:50 – Chateau D´Eau
Cachoeira do Sul
Trajeto Urbano Leve

 

Arraial: Massa Crítica de Cachoeira do Sul

A bicicletada “Massa Crítica” do mês de Junho, vai celebrar as vantagens da bicicleta de uma forma diferente: será uma festa junina, com quentão, pinhão, pipoca, bolo e pratos típicos dessa época. Para participar basta chegar cedo, pois o arraial é uma forma carinhosa de receber as pessoas com bicicletas para o evento, que tem partida programada para às 19h 30min.

Dicas: Venha a caráter, traga um prato típico, contribua com as ações do Coletivo Comunitário de Bicicletas de Cachoeira do Sul na reforma de 13 bicicletas que foram doadas ao grupo para reformas e logo serão devolvidas à comunidade. O primeiro lote de quatro bikes já está quase pronto.

Arraial: Massa Crítica de Junho
Praça José Bonifácio (Próximo a Quadra Esportiva)
Concentração Festiva: 18h
Saída da Celebração: 19h 30min
Percurso leve, livre e feliz.

Afinal, o que é Massa Crítica?

A Massa Crítica é uma celebração da bicicleta como meio de transporte. Acontece na última Sexta-Feira de cada mês, quando dezenas, centenas ou milhares de ciclistas se reúnem para ocupar seu espaço nas ruas e criar um contraponto aos meios mais estabelecidos de transporte urbano.

Muitos dizem que a bicicleta no trânsito é quase que uma metáfora à fragilidade e impotência de um indivíduo frente à oposição violenta de governos, corporações e outros sistemas de repressão. A Massa Crítica então serve para nos mostrar que quando nos juntamos e apoiamos uns aos outros, podemos fazer frente à qualquer oposição.

A Massa Crítica é uma celebração para quebrar a monotonia, mecanicidade e agressividade do trânsito urbano, levando alegria e outros elementos mais humanos – braços, pernas e rostos – ao asfalto.

A Massa Crítica é organizada de forma horizontal, não tem representantes, porta-vozes, nem líderes. Ela não tem uma voz. Ela tem tantas vozes quanto participantes. Cada um é livre para levar a manifestação ou a reivindicação que quiser.

Juntos por um trânsito mais humano,  por cidades mais bonitas e alegres, por um mundo mais respirável: somos todos parte da Massa Crítica.

 

Brasil: Fabricantes ampliam produção de bicicletas

Loja de bicicletas

Nova fábrica da Houston entrará em operação em 2013 e terá capacidade para 650 mil bicicletas ao ano

“A bicicleta é o veículo da moda e do futuro: gera saúde, não polui, ajuda a resolver o problema do transporte dos grandes centros e ainda tem um preço acessível”, afirma Pedro Santiago, porta-voz da Houston

São Paulo – Considerado veículo da moda no País, a bicicleta ganha espaço nas ruas e nas fábricas, que estão ampliando a produção. A Houston, segunda maior empresa do segmento no País, com uma unidade no Piauí, iniciará em julho a construção de uma segunda fábrica, agora na Zona Franca de Manaus.

Paralelamente, o Brasil também começa a produzir bicicletas elétricas. A maior parte da demanda pelo produto atualmente é atendida pelas importações, especialmente da China. Mas pelo menos três empresas nacionais vão produzir esse tipo de veículo: a Houston, a Kasinski e a Evolubike.

A nova fábrica da Houston entrará em operação em 2013 e terá capacidade para 650 mil bicicletas ao ano. A atual, inaugurada há 12 anos em Teresina, tem capacidade para 1,1 milhão de unidades e este ano produzirá cerca de 950 mil, 12% a mais que em 2011. O grupo emprega 900 funcionários.

“A bicicleta é o veículo da moda e do futuro: gera saúde, não polui, ajuda a resolver o problema do transporte dos grandes centros e ainda tem um preço acessível”, afirma Pedro Santiago, porta-voz da Houston. Os preços das “magrelas”, como são chamadas por muitos dos usuários, deverão variar de R$ 250 a R$ 3 mil.

Segundo Santiago, o consumidor é bem diversificado em termos de perfil de renda. “Compra uma bike o trabalhador que precisa chegar até o serviço, o executivo que prefere pedalar a passar 40 minutos em um engarrafamento, a família que deseja passear no parque e também a turma que faz trilhas no fim de semana e por aí vai”, diz.

No caso das elétricas, a Houston está finalizando os testes da sua primeira linha desse produto. A tecnologia será toda importada, mas com adaptações para o consumidor brasileiro. Os modelos serão produzidos em Teresina e devem chegar ao mercado no fim deste de 2012 ou no começo do ano que vem.

A Kasinski, que já produz motocicletas na Zona Franca de Manaus, anunciou uma fábrica de motos e bicicletas elétricas no Rio de Janeiro, mas o projeto, previsto para 2011, está atrasado. A empresa informa que ainda este mês iniciará, provisoriamente, a produção de bicicletas elétricas em Manaus, com tecnologia chinesa. Quando a fábrica do Rio estiver pronta, vai transferir a linha para lá.

O tamanho do mercado de bicicletas elétricas ainda é desconhecido no Brasil, mas o diretor financeiro da Evolubike, Rogério Rovito, aposta num potencial de 1 milhão de unidades anuais num prazo de cinco anos. Rovito e dois sócios, um deles seu irmão, todos engenheiros, criaram a Evolubike, que desenvolve bicicletas elétricas. Com base em São Paulo, a empresa vendeu, em um ano, 700 unidades a preços entre R$ 3 mil e R$ 3,3 mil. Este ano, quer chegar a 1,5 mil peças.

Os sócios adquirem os componentes na China e montam as bicicletas num galpão no bairro do Cambuci. “Mas não somos apenas montadores”, diz Rovito. Eles explica que o grupo escolhe componentes como motor e bateria de diferentes fabricantes, agrega novas tecnologias – todas patenteadas – e vende um produto “com a cara do brasileiro”.

A Evolubike iniciou recentemente estudos para uma fábrica local, que deverá produzir cerca de 20 mil unidades ao ano até 2017. O valor do investimento e local da fábrica ainda não estão definidos.

Sem intenção, no momento, de atuar no segmento das elétricas, a Caloi, maior fabricante nacional, pretende produzir este ano 1,1 milhão de bicicletas, 100 mil a mais que em 2011.

Fonte: Agência Estado

Três perguntas para Rodrigo Sanmartin Carlos

Por que o fechamento da Rua 7 para o trânsito de veículos é benéfico?
“Porque proporciona um novo espaço de convivência dos cachoeirenses com a sua cidade. O que estávamos vendo até agora, aos domingos, eram centenas de carros trancando uma via e prejudicando consideravelmente a mobilidade urbana. Existem reclamações pontuais quanto ao “fechamento”, porém os argumentos não se sustentam. É uma questão de tempo até que as pessoas renovem a mentalidade; ninguém é dependente do carro para ter lazer. Não há problema em estacionar a uma quadra da Praça José Bonifácio, pegar seu chimarrão e cadeira e caminhar até lá”.

Que soluções as grandes cidades estão buscando para seus problemas de trânsito?
“Em primeiro lugar, precisamos nos desvincular da ideia antiga de que trânsito é feito só de automóveis. Existe hoje, por todo o planeta, uma tendência urbanística de ‘devolver’ as cidades às pessoas, diminuindo o domínio dos carros sobre o espaço público. As cidades ditas ‘de primeiro mundo’ vêm restringindo cada vez mais a circulação de automóveis e estimulando outros modais, como é o caso do transporte coletivo e da bicicleta. Barcelona, Copenhague, Amsterdã, Paris, Buenos Aires, apenas para citar algumas, são exemplos nesse sentido. Porto Alegre tem vias fechadas ao trânsito de carros aos domingos e o que se vê nesses espaços são pessoas aproveitando o seu dia com muito mais qualidade de vida”.

Que ações poderiam melhorar os problemas de trânsito específicos da cidade de Cachoeira?
“Há muito a ser feito. Mas, como ciclista e motorista que sou, penso que é urgente e primordial implantar o que foi anunciado há 30 anos pelo prefeito da época nas páginas do Jornal do Povo: uma ciclovia que possibilite às pessoas circular com segurança com as suas bicicletas na cidade. Se prestarmos atenção, a cada dia aumenta a quantidade de pessoas em Cachoeira do Sul utilizando a bicicleta para seus deslocamentos habituais, por necessidade ou por opção. Uma via exclusiva para esse fim estimulará muito o uso de mais bicicletas, o que diminuirá consideravelmente os problemas de mobilidade que hoje enfrentamos pelo excesso de automóveis em circulação”.

Coluna 5 minutos, Jornal do Povo, 02 de Junho de 2012.

A UnB terá sua primeira ciclovia ainda em 2012

Alexandra Martins/UnB Agência

A empresa responsável pelas obras já foi contratada pelo GDF, responsável pelo Comitê de Mobilidade Urbana. Investimento será de R$ 3,4 milhões

Diogo Lopes – Da Secretaria de Comunicação da UnB

Mais de 12 km de vias exclusivas para bicicletas serão construídos na UnB. A contratação da obra foi publicada no Diário Oficial no dia 17 deste mês e faz parte do Plano de Mobilidade Urbana do Distrito Federal, que pretende criar um sistema cicloviário – que inclui ciclovias, ciclofaixas, calçadas compartilhadas e rotas ciclísticas – com 600 km de extensão até 2014. Até o momento, foram construídos 41 km de ciclovias no DF. A primeira fase do projeto, na qual a UnB está incluída, prevê a construção de 235 km de via. A Secretaria de Governo do GDF espera abrir editais para outros 200 km de malha cicloviária no segundo semestre deste ano.

Além desta iniciativa, o GDF planeja disponibilizar ciclofaixas de lazer em outras cidades, como ocorre no Eixão aos domingos, oferecer vagas de bicicletas em todos os edifícios públicos e realizar um estudo para informar vias recomendáveis para o tráfego de bicicletas, as chamadas rotas ciclísticas. No início do ano letivo, o GDF pretende lançar o projeto “Caminho da Escola”, em parceria com o MEC, que doará mil bicicletas para que alunos dos últimos anos do ensino fundamental e de todo o ensino médio possam ir para as escolas utilizando o veículo.

Queremos que o DF tenha uma concepção moderna de mobilidade e institucionalizar a cultura de convivência da locomoção, que integrem todas as áreas da sociedade”, afirma José Ricardo Bianco Fonseca, coordenador do Comitê de Mobilidade Urbana do GDF, que viabiliza o debate entre secretarias de áreas diversas como o turismo, a educação, a segurança pública e os esportes, além de setores da sociedade civil. O Comitê pretende oferecer à população, até a Copa do Mundo, um serviço de aluguel de bicicletas similar ao Bicing, de Barcelona (www.bicing.cat), que disponibiliza 413 estações de bicicletas como complementos aos transportes urbanos.

Luiz Filipe Barcelos/UnB Agência

CRÍTICAS – Uirá Lourenço, presidente da ONG Rodas da Paz, que estimula o uso de bicicletas e convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas e pedestres, considera o projeto interessante, mas faz algumas ressalvas. “Poderiam ser adotadas medidas de integração, que favorecessem a cultura do respeito por meio de campanhas de conscientização”, considera. “Dentro da UnB, ciclofaixas poderiam ser melhores se fossem acompanhadas de campanhas, redutores de velocidade e vagas para estacionar as bicicletas”.

A professora Maria Rosa Abreu, coordenadora do projeto de extensão da UnB chamado Cidade Verde, também acredita que iniciativa é interessante para a instituição. Mas pondera. “Como é um equipamento público, com dinheiro público, é preciso consultar a comunidade sobre o assunto”, afirma. “O campus da UnB é um lugar agradável, mas é preciso que a UnB dê o exemplo de mobilidade e respeite ciclista”. A docente explica que o plano cicloviário do Plano Piloto é de 1972 e nunca foi realizado. “É importante que nossas cidades sejam saudáveis, humanas e seguras”, afirma.

Reprodução

Fonte: Agência UNB

Bicicleta: O jovem Frank Zappa toca no The Steve Allen Show (1963)

Vejam Frank Zappa deixando sua assinatura na música não-convencional para a televisiva sociedade americana do início dos anos 60 (1963). Com apenas 22 anos e ainda anônimo, Zappa apareceu no The Steve Allen Show e fez música com algumas baquetas, um arco de baixo, duas de bicicletas e nada mais!

Um concerto para duas bicicletas, o show da orquestra doméstica, unindo diversão e a cacofonia. Praticamente o Einstürzende Neubauten de seu tempo. Aproveite o dia!

Fonte: OpenCulture

Acompanhe como foi a estreia do “Programa da Bicicleta”

Nesta Terça-feira, as 20h, um grupo de voluntárixs pedalou até os estúdios da Rádio Caruncho FM Livre e deram início ao “Programa da Bicicleta“, um espaço na programação libertária da rádio às pessoas que adotam ou desejam adotar a bicicleta como estilo de vida, veículo de transporte, agente de transformação social, opção de esporte e lazer.

No programa são apresentadas informações sobre os eventos ciclísticos da cidade, notícias do Brasil, América Latina e do outro lado do mundo. Também pode-se ouvir contos e causos sobre passeios, hematomas e sustos no trânsito. É claro que a trilha sonora não pode fica de fora, afinal a revolução só nos pertencerá, se nela pudermos dançar.

Acompanhe como foi e fique espertx para o programa da próxima terça.
Link para download do programa

Sexta-feira 13 – Bicicletada do Espanto

Nessa Sexta-Feira 13, as pessoas da comunidade de Cachoeira do Sul vão estar reunidas para causar espanto. É a primeira bicicletada à fantasia desde o início das atividades do coletivo comunitário de bicicletas, o cicloativado. A ideia já havia passado pelo imaginário de alguns voluntários do grupo e a sexta-feira 13 tornou-se o mote adequado para a atividade.

Os superticiosos alegam que a sexta-feira 13 é o dia do azar, mas para as pessoas com bicicletas de nossa cidade, será uma noite de festividades e diversão num passeio descontraído pelas ruas do centro. A saída será no espaço cicloativado, na Praça José Bonifácio (Praça das Tipuanas), às 19h. O ritmo é de passeio, com um percurso leve e compatível para crianças, jovens, adultos e idosos.

O dia 13 de Janeiro também foi uma sexta-feira, porém, com as férias e o carvanal, as atividades do coletivo entraram no ritmo de descanso. Além do mês de Abril, em Julho também uma nova Bicicletada do Espanto, tornando a pedalada uma atividade costumeira dessa data.