Ciclista morre após ser atingido por carro na RSC 287, em Agudo

Vítima de 48 anos tentava ingressar em posto de gasolina quando foi atingido

Um ciclista morreu, na noite desta quarta-feira, em um acidente de trânsito no km 186 da RSC 287, em Agudo, na região Central do Estado. De acordo com o 2º Batalhão Rodoviário da Brigada Militar (2º BRBM) de Cachoeira do Sul, a vítima teve a bicicleta atingida por um Renault Clio e morreu no local.

Conforme os policiais, Derli Arnoldo Janner, de 48 anos, fazia uma manobra para ingressar em um posto de combustíveis quando foi atingido. O condutor do automóvel, de 25 anos, foi socorrido com ferimentos leves por uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), para o Hospital de Agudo, e passa bem.

Ciclista morre atropelado em Agudo, na Região Central

Derli Janner, 47 anos, foi atingido por carro quando estaria entrando em posto de combustíveis

Derli Arnoldo Janner, 48 anos, morreu após ser atingido por um Clio, com placas de Porto Alegre, na noite desta quarta-feira, em Agudo, na Região Central.

Segundo o Batalhão Rodoviário da Brigada Militar de Novo Cabrais, que atende a ocorrência, Janner, que estava de bicicleta, teria dobrado bruscamente na altura do km 186 da RSC-287, para entrar em um posto de combustíveis, quando o carro o atropelou.

O acidente foi por volta das 20h, e Janner estava no sentido Santa Maria-Paraíso do Sul, enquanto a motorista do Clio, uma jovem de 25 anos, vinha no trecho oposto. Ainda conforme o Batalhão Rodoviário, a motorista ficou levemente ferida com os estilhaços do vidro do carro.

Ela foi encaminhada pelo Samu ao hospital de Agudo, onde recebe atendimento e não corre risco de morte.

Fonte: Zero Hora

Ciclista morre ao ser atropelado na RSC 287 (Agudo)

Derli Arnoldo Janner, 48 anos, morreu após ser atingido por um Clio, com placas de Porto Alegre, ontem à noite, por volta das 20h, em Agudo, região de Cachoeira do Sul. Segundo o Batalhão Rodoviário da Brigada Militar de Novo Cabrais, Janner estava de bicicleta e teria dobrado na altura do quilômetro 186 da RSC 287 para entrar em um posto de combustíveis quando o carro o atropelou. Janner estava no sentido Agudo-Paraíso do Sul, enquanto a motorista do Clio, uma jovem de 25 anos, vinha no trecho oposto. Ainda conforme o Batalhão Rodoviário, a motorista ficou levemente ferida com os estilhaços do vidro do carro. Ela foi encaminhada pelo Samu ao hospital de Agudo, onde recebeu atendimento.

Fonte: Jornal do Povo

Brasil: Fabricantes ampliam produção de bicicletas

Loja de bicicletas

Nova fábrica da Houston entrará em operação em 2013 e terá capacidade para 650 mil bicicletas ao ano

“A bicicleta é o veículo da moda e do futuro: gera saúde, não polui, ajuda a resolver o problema do transporte dos grandes centros e ainda tem um preço acessível”, afirma Pedro Santiago, porta-voz da Houston

São Paulo – Considerado veículo da moda no País, a bicicleta ganha espaço nas ruas e nas fábricas, que estão ampliando a produção. A Houston, segunda maior empresa do segmento no País, com uma unidade no Piauí, iniciará em julho a construção de uma segunda fábrica, agora na Zona Franca de Manaus.

Paralelamente, o Brasil também começa a produzir bicicletas elétricas. A maior parte da demanda pelo produto atualmente é atendida pelas importações, especialmente da China. Mas pelo menos três empresas nacionais vão produzir esse tipo de veículo: a Houston, a Kasinski e a Evolubike.

A nova fábrica da Houston entrará em operação em 2013 e terá capacidade para 650 mil bicicletas ao ano. A atual, inaugurada há 12 anos em Teresina, tem capacidade para 1,1 milhão de unidades e este ano produzirá cerca de 950 mil, 12% a mais que em 2011. O grupo emprega 900 funcionários.

“A bicicleta é o veículo da moda e do futuro: gera saúde, não polui, ajuda a resolver o problema do transporte dos grandes centros e ainda tem um preço acessível”, afirma Pedro Santiago, porta-voz da Houston. Os preços das “magrelas”, como são chamadas por muitos dos usuários, deverão variar de R$ 250 a R$ 3 mil.

Segundo Santiago, o consumidor é bem diversificado em termos de perfil de renda. “Compra uma bike o trabalhador que precisa chegar até o serviço, o executivo que prefere pedalar a passar 40 minutos em um engarrafamento, a família que deseja passear no parque e também a turma que faz trilhas no fim de semana e por aí vai”, diz.

No caso das elétricas, a Houston está finalizando os testes da sua primeira linha desse produto. A tecnologia será toda importada, mas com adaptações para o consumidor brasileiro. Os modelos serão produzidos em Teresina e devem chegar ao mercado no fim deste de 2012 ou no começo do ano que vem.

A Kasinski, que já produz motocicletas na Zona Franca de Manaus, anunciou uma fábrica de motos e bicicletas elétricas no Rio de Janeiro, mas o projeto, previsto para 2011, está atrasado. A empresa informa que ainda este mês iniciará, provisoriamente, a produção de bicicletas elétricas em Manaus, com tecnologia chinesa. Quando a fábrica do Rio estiver pronta, vai transferir a linha para lá.

O tamanho do mercado de bicicletas elétricas ainda é desconhecido no Brasil, mas o diretor financeiro da Evolubike, Rogério Rovito, aposta num potencial de 1 milhão de unidades anuais num prazo de cinco anos. Rovito e dois sócios, um deles seu irmão, todos engenheiros, criaram a Evolubike, que desenvolve bicicletas elétricas. Com base em São Paulo, a empresa vendeu, em um ano, 700 unidades a preços entre R$ 3 mil e R$ 3,3 mil. Este ano, quer chegar a 1,5 mil peças.

Os sócios adquirem os componentes na China e montam as bicicletas num galpão no bairro do Cambuci. “Mas não somos apenas montadores”, diz Rovito. Eles explica que o grupo escolhe componentes como motor e bateria de diferentes fabricantes, agrega novas tecnologias – todas patenteadas – e vende um produto “com a cara do brasileiro”.

A Evolubike iniciou recentemente estudos para uma fábrica local, que deverá produzir cerca de 20 mil unidades ao ano até 2017. O valor do investimento e local da fábrica ainda não estão definidos.

Sem intenção, no momento, de atuar no segmento das elétricas, a Caloi, maior fabricante nacional, pretende produzir este ano 1,1 milhão de bicicletas, 100 mil a mais que em 2011.

Fonte: Agência Estado

Plantão policial: segundo trimestre 2012

A cada trimestre o coletivo comunitário de bicicletas de Cachoeira do Sul, realiza uma pesquisa nos veículos de comunicação da cidade em busca de informações sobre os crimes que envolvem bicicletas, sendo em sua maioria, pequenos furtos. Acompanhe o levantamento realizado no Jornal do Povo.

Biciclietas são furtadas nos bairros Mauá e Cristo Rei (Plantão de Polícia, JP, 12/04/2012)

Duas bicicletas foram furtadas pelos bandidos na madrugada desta quinta-feira, uma no Bairro Mauá e a outra no Bairro Cristo Rei.

Perto do Prado, o delito ocorreu na Rua Alexandre Coelho Leal, onde uma residência teve a janela arrombada pelos marginais. Eles levaram uma bicicleta Monark, aro 26, de cor preta, deixando um prejuízo de R$ 120,00.

Na Rua Esperanto, no Cristo Rei, um pintor teve a sua bicicleta furtada e ficou no prejuízo. A Sundow branca e azul possui 18 marchas, além de ter sido toda incrementada pelo dono.

Ele instalou buzina, para-lama, sinaleira e luz na bike. O pintor estima o prejuízo em R$ 500,00.

Bike (Plantão de Polícia, JP, 20/04/2012)


Na 1ª Delegacia de Polícia, na Rua Isidoro Neves, o proprietário pode buscar a sua bicicleta Caloi Cruiser encontrada abandonada na Feira Livre. A bicicleta é azul, modelo feminino, sem marchas. A suspeita é que ela tenha sido furtada e abandonada pelo ladrão.

Pneus levados na David (Plantão de Polícia, JP, 10/05/2012)
A Casa Richardt, na Rua David Barcelos, teve prejuízo. Por volta das 11h de terça-feira, a proprietária deu falta de nove pneus de bicicleta, aro 26, de diversas marcas, que estavam amarrados por uma corda e expostos ao lado da entrada da loja. Não há suspeitos.

Fusca x Bicicleta (Plantão de Polícia, JP, 20/03/2012)
O ciclista Ronaldo Molinari de Oliveira, 35 anos, ficou ferido em um acidente de trânsito no final da tarde de ontem, na esquina da Rua Cândido Carvalho com a Avenida dos Imigrantes, no Bairro Marina. O pedreiro Aldori Antônio Rodrigues da Silva, 54, relata que conduzia o seu VW Fusca pela Imigrantes e, ao fazer a conversão à direita para ingressar na Cândido, houve a colisão com a bicicleta de Oliveira. De acordo com Silva, a bicicleta seguia no mesmo sentido que ele pela avenida, mas transitando sobre a calçada. Ao chegar no cruzamento, o pedreiro dobrou e o ciclista teria tentado seguir reto, quando ocorreu o choque. Socorrido pelo resgate do Samu, Oliveira foi levado para o Hospital de Caridade e Beneficência (HCB), onde foi atendido e liberado. Ele teria sofrido apenas lesões leves no acidente.

Roda sobre roda: bicicleta ficou danificada com a pancada

Ciclista morre em acidente em Paraíso do Sul

O agricultor paraisense José Alceu de Souza, de 53 anos, morreu no começo da noite de sexta-feira, por volta das 19h30min, após ser atingido por um veículo enquanto se deslocava de bicicleta no Km 183 da RSC 287, em Paraíso do Sul, na localidade de Boa Vista. Souza faleceu enquanto era levado pela ambulância do Samu para o Hospital Universitário de Santa Maria. O ciclista foi atingido pelo VW Spacefox conduzido pelo escritor e poeta Dilan Camargo, 64 anos, que se deslocava no sentido Novo Cabrais/Agudo. O agricultor teria tentado atravessar a rodovia no momento do acidente. Dilan estava acompanhado de sua esposa, a escritora Magda Brito, de 45 anos. Dilan e Magda foram conduzidos para o Hospital de Caridade de Santa Maria, onde permaneciam internados no final da noite.

Fonte: Jornal do Povo

Polícia inglesa usa GPS em armadilha para ladrões de bicicletas

Na cidade inglesa de Doncaster, situada no condado de South Yorkshire, a polícia decidiu utilizar um GPS para capturar os ladrões e revelar os principais destinos das bicicletas furtadas.

A bicicleta-armadilha é colocada em áreas com o maior número de ocorrências, e então, monitorada pela polícia. Em nota publicada no blog da corporação, o inspetor-chefe Neil Thomas disse: “Com a bicicleta-armadilha esperamos deter alguns ladrões que se aproveitam das oportunidades geradas pelos descuidados e, portanto, reduzir o número de furtos. Não há nenhuma maneira de saber qual bicicleta está equipada com o GPS, caso a bicicleta-armadilha for roubada dentre as demais, há uma chance muito maior que o ladrão seja encontrado e preso“.

O inspetor-chefe ainda salientou às pessoas que possuam bicicletas, sobre a importância de tomar nota do número de série e, se possível, guardar uma fotografia, pois isso poderá ajudar na recuperação e devolução das bicis quando roubadas.

Com ou sem GPS, é sempre bom ficar de olho na segurança ao deixar sua magrela por ai. ;)

Ser rico e ter carrão é muito anos 90?

 

Outro dia, tomando café da manhã na padaria, encontrei um antigo colega de redação. Ele contou que estava envolvido em uma pesquisa sobre novas formas de se relacionar com a cidade. “E qual será o resultado dessa pesquisa?”, perguntei a ele, animada. “Uma campanha publicitária de carros, mas com foco nos jovens”, ele me respondeu.

Claro, fiquei desapontada. Vender mais carros é alimentar um modelo falido de mobilidade urbana que já saturou as vias da cidade. Mas, depois de refletir, concluí que o tal “público jovem” que seria atingido pela campanha JÁ SABE que as cidades estão saturadas de carros. E as empresas montadoras perceberam isso. A GM americana, por exemplo, encomendou uma pesquisa à MTV Scratch (órgão da emissora que realiza pesquisas e indicadores sobre o público jovem) para tentar entender como vender carros à geração nascida nas décadas de 80 e 90. A pesquisa, citada no excelente site The City Fix Brasil, perguntou aos jovens quais eram suas 31 marcas favoritas – e as de carros passaram longe das 10 primeiras.

No Brasil, a agência Box 1824 realizou uma pesquisa chamada O Sonho Brasileiro, em que tentou mapear o perfil dos jovens formadores de opinião da geração atual e seus anseios para o futuro. O padrão dos sonhos dos mais de mil entrevistados pelo país se divide assim:

  • 55% querem formação profissional e emprego (sendo que 24% desejam especificamente exercer a profissão dos seus sonhos)
  • 15% querem uma casa própria
  • 9% querem dinheiro
  • 6% querem constituir uma família
  • 3% sonham com bens de consumo específicos, como carro, moto ou eletrodomésticos

Curioso, não? O carro, que representava o sonho da liberdade para a geração anterior só está nos anseios de 3% dos jovens atuais. A pesquisa mergulhou na história para tentar entender como chegamos ao padrão atual.

A evolução do jovem
De acordo com essa mesma pesquisa, o perfil dos jovens e de suas aspirações foi evoluindo ao longo da história no brasil. Nas décadas de 50 e 60, os jovens buscavam liberdade de escolha e de expressão e, para isso, precisaram confrontar padrões sociais tradicionais e revolucionar costumes. A partir de sua conduta individual, e influenciados por movimentos de contracultura, enfrentaram os moralismos da sociedade. Esse período é marcado por sonhos idealizados.

Em seguida, a década de 70 foi a fase das utopias, dos mártires e das revoluções armadas. Em um Brasil sob ditadura militar, as gerações jovens foram muito influenciadas pela ideologia das revoluções socialistas e pelas lutas armadas contra as demais ditaduras latino-americanas. Os jovens eram movidos por um forte idealismo, com posturas ideológicas fechadas e acreditavam no confronto direto – o que os levou a aderir à luta armada e fez com que fossem, em muitos casos, reprimidos e torturados. O que movia cada jovem era o sacrifício pessoal pelo coletivo, era o sonho de um mundo radicalmente melhor após a revolução.

Quando, então, a ditadura começou a se amainar em direção à redemocratização, os movimentos estudantis foram perdendo sua força. Em paralelo, o país passou por diversas crises econômicas – batendo recordes históricos de inflação – até atingir maior estabilidade financeira com o plano real, em 1994. Os jovens das décadas de 80 e 90 bebem em uma nova influência: a ideologia norte-americana ‘Yuppie’ – individualista, imediatista e competitiva. Esses jovens passam a sonhar com o êxito profissional, o poder de consumo, sucesso e enriquecimento rápido. Deixam de se dividir a partir de ideias político-partidárias ou revolucionárias e passam a integrar inúmeros novos grupos urbanos.

E aí chegamos aos jovens dos anos 2000 e 2010. Em um Brasil muito mais estável economicamente, com o sétimo maior PIB do mundo, os jovens de hoje se deparam com mais ferramentas de ação à sua disposição – e muitos deles partem efetivamente para a ação, sem esperar que mais ninguém faça isso por eles. É uma geração que já nasce conectada ao mundo a partir das redes sociais e que se contrapõe ao individualismo dos pais. É gente que entende o risco de escassez dos recursos naturais do planeta e se apropria de discursos mais conscientes, responsáveis e sustentáveis.

O jovem de hoje
Para a geração atual, o Brasil não é o país do futuro, mas do presente. A pesquisa aponta que 89% dos entrevistados têm orgulho de ser brasileiro e 76% acreditam que o país está mudando para melhor. O jovens atuais se colocam como agentes diretos de microrevoluções. Em vez do individualismo e da busca pelo sucesso ou enriquecimento, é muito mais comum o pensamento que diz “meu bem estar depende do bem estar do outro”. A grande maioria, como mostram os dados citados acima, se preocupa em ter um bom emprego e uma boa formação. E 90% de todos os entrevistados disseram ter interesse em trabalhos que promovam o bem-estar social dos outros.

É nessa atual geração, segundo a pesquisa, que se percebeu um novo personagem: o jovem-ponte. O indivíduo que se relaciona com diversos grupos de influência e atua diretamente para modificar e melhorar a realidade ao seu redor.

Nesse atual panorama, a posse em si dos carros não é vista necessariamente como um problema pelos jovens de hoje. Mas deixou de ser almejada como sinônimo de liberdade – convenhamos: nada MENOS livre do que ficar preso em um congestionamento por algumas horas. Basear a mobilidade urbana de uma cidade no transporte particular feito em carros é insistir na ultrapassada lógica individualista da competição, uma ideia velha que, apesar de ainda nortear as políticas públicas atuais, está fadada à decadência.

Fonte: Planeta Sustentável
Notícia sugerida por TW.

Alerta: atenção com o furto de bicicletas

Conforme informações do plantão policial, mais uma bicicleta foi furtada numa das ruas movimentadas da cidade, em plena luz do dia, a poucos metros dos Paraciclos Públicos instalados pelo coletivo comunitário de bicicletas de Cachoeira do Sul.

Reforçamos o pedido de atenção ao estacionar sua bicicleta, sempre utilize travas e trancas, deixe a bicicleta em local que você possa vê-la e informe-se sobre os paraciclos disponíveis na cidade.

Em 2010, as ocorrências deste tipo somaram 73 bicicletas, quase todos os furtos foram praticados por descuido dos proprietários e as bicicletas levadas para serem trocadas por drogas. A média é de seis furtos de bikes a cada 30 dias.

No ano de 2011, o Jornal do Povo noticiou apenas 8 furtos de bicicletas e 5 notas sobre a recuperação das magrelas.

Os furtos de bicicletas não são nenhuma novidade em Cachoeira do Sul, na edição de 1º de Janeiro de 1987 o Sr. Ronaldo Tonet declarou ao JP: “Em outubro, me roubaram uma bicicleta. Em novembro, entraram no meu carro e levaram o toca-fitas. Nada foi recuperado”.

Leia as notas publicadas no Jornal do Povo sobre furtos no ano de 2012 (até o momento).

13/02/2012 – Deixou bike solta e foi roubado
Depois de deixar sua bicicleta sem cadeado no estacionamento do Supermercado Imec da Rua Júlio de Castilhos neste sábado, homem foi surpreendido ao retornar e não ver mais o veículo. Ao pedir ajuda no mercado, ele viu nas câmeras um homem baixo, magro e vestindo bermuda estampada e camiseta cor-de-rosa levar sua bicicleta azul, aro 26.

17/02/2012 – Bicicleta furtada
Uma bicicleta azul, sem marca, foi furtada do pátio de uma casa no distrito de Ferreira, próximo ao pesque e pague do Passo d’Areia. Além da bike, foram levados uma caixa de cigarros Bill e um pote com comida.

03/03/2012 – Furto de bike solucionado em minutos
Os policiais da Brigada Militar solucionaram em poucos instantes um furto de bicicleta ocorrido no início da tarde de sexta no Bairro Universitário. Uma bicicleta da marca Trilha, de 18 marchas, havia sido levada de uma residência. Assim que acionados, os policiais deram início a uma ronda na região e logo encontraram uma jovem empurrando o veículo pela rua. Abordada, ela confessou o furto e disse que iria consertar a bicicleta. Ela responderá a inquérito pelo crime.

04/04/2012 – Levaram a bicicleta
Uma bicicleta da marca Vinkgx, cor chumbo, de 24 marchas, foi furtada no início da tarde de ontem. Segundo o proprietário, ao entrar na loja Hering, na Rua 7 de Setembro, para assinar a documentação referente a um crediário, deixou a bicicleta encostada na frente do estabelecimento e ao voltar não a encontrou.

Fonte de Pesquisa: Jornal do Povo

Deixou bike solta e foi roubado (Jornal do Povo, 13/02/2012)

Depois de deixar sua bicicleta sem cadeado no estacionamento do Supermercado Imec da Rua Júlio de Castilhos neste sábado, homem foi surpreendido ao retornar e não ver mais o veículo. Ao pedir ajuda no mercado, ele viu nas câmeras um homem baixo, magro e vestindo bermuda estampada e camiseta cor-de-rosa levar sua bicicleta azul, aro 26.

Fonte: Jornal do Povo

Nota do editor: Ao estacionar sua bicicleta nos paraciclos públicos de Cachoeira do Sul, olho na segurança: use tranca, preferencialmente que prenda a roda traseira e o quadro juntos.